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Tratamento Infelizmente no momento não há cura definitiva. Embora a expectativa de vida atual ampliou-se de 45 para 72 anos, o paciente com Síndrome de Marfan, no atual momento da medicina, deve acompanhar semestralmente os aspectos cardiológicos, ortopédicos e oftálmicos do seu corpo. A grande esperança nas pesquisas atuais é a terapia gênica.Clique aqui e saiba mais sobre a Pesquisa sobre a Síndrome A associação Marfan Brasil tem comunicado aos pacientes que queiram participar das pesquisas nacionais existentes e internacionais. As pesquisas geralmente são compostas por questionário, exame clínico (da pesquisa ou relatório de seus médicos) e da doação de uma pequena quantidade de sangue para análise genética. O Brasil tem se destacado mundialmente na pesquisa sobre a Síndrome de Marfan. A Dra. Lygia Pereira, brasileira, conseguiu obter toda a seqüência do gene e dar o nome de fibrilina-1 (FBN-1). Clique aqui para conhecer os últimos avanços científicos em tratamento cardiológico para Síndrome de Marfan |
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